life .

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Where are you? Where is our history? I need you so much, for that person, you know it.

Sinto ódio de mim mesma, ódio deste sentimento. Magoaste-me mais do que qualquer outro ser no mundo e nunca me disses-te um único 'desculpa'.
Todos os passos que dou para ti são em vão, insignificativos. Tento arrancar-te de mim mas as esperanças ganham. Por mais que tente não consigo secar as lágrimas.
Talvez um dia quando o arrependimento, de tudo o que me estas a fazer te invadir, eu ja não estarei de braços abertos para te receber, quando te aperceberes do quanto egoísta estas a ser já será tarde de mais.
Tudo o que faço por ti, para ti são interesses enquanto para mim são tentativas.
Mudas-te radicalmente sem dar um porque da mudança, e quando eu tentei perceber a razão tu deste-me para traz.
Qual das tuas facetas será a verdadeira, confundes-me e magoas-me profundamente, coisa que para ti não significa nada, pensas que é uma dor passageira e aproveitas-te deste sentimento.
Sabes, se não sabes  finges não saber, que eu fiz coisas por ti que nunca fiz por ninguém. Amo-te como nunca amei ninguém e a única coisa que eu gostaria de saber é se algum dia me amas-te como disses-te naquela noite de Outono ou se foi um desabafo que pensavas que iria embora com o amanhecer.
Inventas-te desculpas, sem lógica,  para te justificares.

Eu chamei-te para ser diferente, daquilo que conheces
Chamei-te para me perder nos teus caminhos
Chamei-te para sonhar o que sonhas-te
Chamei-te para não ser eu
Pedi-te que apagasses os meus erros, a minha vida, os sonhos que sonhei.
Mas a única coisa que fizes-te aos meus pedidos e chamamentos foi criar um enorme vazio dentro de mim.

Mas independentemente de tudo pelo qual me fazes passar fico feliz por puder dizer: 'I'm free'.

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