life .

sábado, 4 de dezembro de 2010

Ontem pela primeira vez parei um pouco de pensar em ti, de me proibir a mim própria de fazer aquilo que eu quero… E quando tu estavas ali mesmo á minha frente e eu estava a fazer uma coisa que tu um dia não gostas-te de me ver fazer, eu não parei, continuei. Uma amiga minha disse ‘depois não te queixes, …’ e a minha resposta sem pensar foi ‘temos pena’ e quando ela me respondeu ‘yees!’ eu parei um pouco para pensar, para pensar no que tinha acontecido, no que eu tinha dito. E consegui concluir que fiz aquilo que me apetecia, não digo que não tenha pensado em ti, porque pensei, coisa que não deveria acontecer, mas, eu finalmente posso dizer que me senti eu, sem seres tu a razão de todos os meus actos e movimentos. Fui eu própria e talvez,  (se tu sentires aqueles ciúmes que um dia sentis-te) isto sirva como lição para tu abrires os olhos e caíres na realidade que eu não estarei de braços abertos eternamente, que um dia aquelas portas se vão fechar.
Sei que nunca te irei esquecer que a saudade será sempre eterna dentro de mim, pois tu marcas-te muito, talvez até de mais, mas também sei que tenho que aprender a viver com isso, aprender a ser eu mesma, aprender a viver sem ti.

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